Se você gagueja, você não está sozinho.*
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QUALIDADE: utilização das mais recentes descobertas científicas.
SEGURANÇA: tratamento realizado por uma fonoaudióloga especializada.
SATISFAÇÃO: resultados observáveis já nos primeiros meses de tratamento.
O que é
A gagueira é um distúrbio de temporalização da fala, em que sons e sílabas não são finalizados e iniciados no tempo adequado. Os sinais abaixo são típicos da gagueira:
- Prolongamentos de sons. Exemplos: "f::amília", "x::ícara".
- Repetições de sons. Exemplos: "t-t-telefone", "c-c-carro".
- Repetições de sílabas. Exemplos: "sá-sá-sábado", "re-re-recado".
- Bloqueios ("travamentos"). Exemplos: "^papel", "^telefone".
- Comportamentos de evitação das repetições, dos prolongamentos e dos bloqueios, sem a manifestação audível dessas hesitações, o que caracteriza gagueira encoberta.

A gagueira é involuntária, o que faz com que o falante tenha a nítida sensação de perda de controle da fala quando gagueja. Além disso, faz com que o falante não tenha controle total sobre sua fala, não sendo possível simplesmente optar por não gaguejar.
Na tentativa de sair mais rapidamente da gagueira, o falante pode recorrer a diversos truques:
- Substituições de palavras, reformulações de frases e circunlocuções ("rodeios").
- Uso excessivo de marcadores discursivos ("então", "assim", "né").
- Movimentos voluntários compensatórios (fechar os olhos, forçar a cabeça para frente, bater o pé no chão).
- Modificações da respiração (fazer inspirações profundas antes de falar ou falar até o fim do ar).
- Modificações do tom de voz (falar mais grosso ou falar mais fino).
A gagueira não é:
- Um hábito adquirido
- Um distúrbio emocional
- Um indício de insegurança
- Um indício de falta de conhecimento sobre o conteúdo
Causas
1) Hereditariedade
Em torno de 55% das pessoas que gaguejam apresentam predisposição genética para a gagueira. Indícios de predisposição genética incluem: presença de outras pessoas na família que gaguejam ou que já gaguejaram, presença de outras pessoas na família que falam rápido, início da gagueira entre 2 e 4 anos de idade, entre outros.
2) Lesão cerebral
Em torno de 45% das pessoas que gaguejam apresentam lesão cerebral como causa primária da gagueira. Indícios de lesão cerebral incluem: prematuridade, baixo peso ao nascer, hipóxia ao nascer, traumatismo craniano, “derrame”, entre outros.
O que não causa gagueira:
- Nascimento de um irmão
- Sustos
- Pensar mais rápido do que falar
- Nervosismo ou ansiedade
- Insegurança
- Timidez
- Baixa auto-estima
- Estresse
Funcionamento cerebral
O cérebro de uma pessoa que gagueja funciona de forma um pouco diferente durante a fala: os núcleos da base (particularmente o estriado) não geram pistas temporais internas suficientes para finalizar um som ou sílaba e iniciar o próximo som ou sílaba da palavra, ocasionando a sensação de perda de controle e, conseqüentemente, as rupturas na fluência (prolongamentos, repetições e bloqueios).
Situações que desautomatizam a fala tendem a melhorar a fluência, tais como: cantar, ler em coro, falar com outro sotaque, sussurrar, representar um personagem, falar em um ambiente barulhento, falar com crianças, etc.
Distúrbios comumente associados à gagueira (co-morbidades)
Os distúrbios mais comumente associados à gagueira são aqueles que também envolvem disfunção dos núcleos da base, tais como: tiques (motores e/ou vocais), distonia, transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) e transtorno do déficit de atenção com hiperatividade e impulsividade (TDAHI). Para que o tratamento da gagueira tenha sucesso, é imprescindível fazer o diagnóstico diferencial da gagueira com estes outros distúrbios.
Cura
Sempre é possível melhorar da gagueira, não importando a idade do paciente ou a gravidade da gagueira. Em nossa clínica, temos obtido resultados satisfatórios com todos os pacientes.
Conseqüências do não tratamento
Apesar de a gagueira ser um distúrbio de fluência, as conseqüências da gagueira vão muito além da fala. A relação com os familiares, o convívio social, o desempenho escolar, o desempenho profissional e a saúde emocional podem ficar intensamente comprometidos devido à gagueira. Por isso, a gagueira é um problema sério e deve ser tratada por um fonoaudiólogo especializado.
Tratamento fonoaudiológico especializado
Em linhas gerais, o tratamento aborda:
1) Dinâmica familiar
Este aspecto é mais abordado com crianças e adolescentes, mas, dependendo da necessidade, pode ser abordado também com adultos.
A criança que gagueja não cresce em um lar desestruturado. Porém, existem algumas características que tendem a ser mais freqüentes nos pais de uma criança que gagueja: menor sociabilidade, intimidade e escolaridade e maior ansiedade e superproteção. Tais fatores devem ser adequadamente pesquisados para que se determine o quanto interferem na manutenção da gagueira da criança ou o quanto afetam a qualidade das relações entre pais e filhos.
Sabe-se atualmente que a gagueira do filho não é culpa dos pais. Entretanto, determinadas atitudes dos pais podem piorar a gagueira do filho. A seguir, algumas DICAS para pais de crianças que gaguejam:
- Se o seu filho gagueja há algum tempo e você tem a impressão que ele sabe que gagueja, procure falar sobre o assunto com ele. Não falar sobre a gagueira, fingindo que ela não existe, contribui para aumentar o tabu em torno do assunto e pode distanciar pais e filhos. Assim como você, seu filho pode estar sofrendo. Mais do que isso: pode estar sem coragem de pedir sua ajuda.
- Por mais difícil que seja ouvir seu filho gaguejando, procure não fornecer dicas e truques, tais como: "Fale mais devagar", "Fique calmo", "Pensar antes de falar", "Respire fundo", "Pare e comece de novo", "Pare de gaguejar". A gagueira é involuntária. Portanto, a criança não tem controle total sobre sua fala. A criança não gagueja porque quer ou para chamar a atenção.
- Procure não apressar a criança para falar, porque, desta forma, seu filho começará a aprender o que se convencionou chamar de "pressão de tempo". A pressão de tempo é uma sensação subjetiva de que se deve iniciar, continuar e terminar a fala rapidamente. Quanto mais rapidamente seu filho achar que deve falar, mais irá gaguejar.
- Dê atenção quando seu filho demonstra que quer falar alguma coisa. Ouça o que ele tem a dizer e comente o que ele falou (e não como falou). Mostrando que ele consegue captar sua atenção, que você ouve o que ele fala e que você se interessa pelas suas opiniões, seu filho vai aprender a ser assertivo. É muito importante mostrar ao seu filho que ele consegue negociar o quer através da fala.
- Procure não interromper e não finalizar as falas do seu filho, por mais difícil que seja ouvi-lo gaguejando. Interrompendo ou finalizando, você vai ensinar ao seu filho que sua forma de falar não é aceita dentro da família, o que vai contribuir para aumentar o sofrimento da criança. Além disso, seu filho vai aprender que deve falar sem gaguejar se quiser ser ouvido, o que vai fazer com que ele tente controlar a fala, mas, como a gagueira é involuntária, ele não vai obter êxito, o que contribuirá para o aumento do sofrimento.
Importante: se o seu filho está gaguejando e se existem outras pessoas na família que também gaguejam ou que gaguejaram durante a infância, procure tratamento fonoaudiológico especializado. A presença de mais de uma pessoa que gagueja na família é um forte indício da existência de herança genética para gagueira, o que diminui muito a probabilidade de a gagueira do seu filho melhorar espontaneamente. Em nossa clínica, fazemos um levantamento detalhado do histórico familiar, o qual ajuda a determinar a probabilidade de a gagueira melhorar espontaneamente ou não.
2) Eliminação do mito de 100% de fluência
O mito de 100% de fluência é extremamente prejudicial para uma pessoa que gagueja. A fluência normal não é a fluência perfeita, porque apresenta hesitações, reformulações, pausas, variações na velocidade de fala, um pouco de esforço, alguns "erros" gramaticais e um certo esvaziamento de conteúdo. Isso tudo é normal e esperado na fala espontânea. É possível atingir 100% de fluência apenas na leitura ensaiada ou na fala decorada. Assim, os apresentadores de telejornais são muito fluentes, porque lêem as notícias (e leram as notícias antes do jornal começar). Da mesma forma, os personagens de novelas são muito fluentes, porque os atores decoram as falas. Como a fala espontânea não é, em geral, ensaiada ou decorada, apresenta uma queda de fluência, que é normal.
3) Aceitação da gagueira
Aceitar a gagueira não quer dizer, em hipótese alguma, conformar-se com ela. Quer dizer assumi-la para si mesmo e para os outros. Somente quando a pessoa assume a gagueira, consegue enfrentar suas limitações e tirar o melhor proveito possível de suas capacidades. Muitas vezes, a vida de uma pessoa que gagueja se concentra em torno de seu distúrbio de fluência, o que faz com que sua auto-estima seja muito baixa. Para se sentir melhor, a pessoa se sente encorajada a negar a gagueira. A negação da gagueira pode ocorrer quando:
- A pessoa sente vergonha da gagueira. A vergonha gera a necessidade de disfarçar a gagueira. Para tal, lança mão de diversos truques, como, por exemplo, substituição de palavras, reformulação de frases, "rodeios", uso de marcadores discursivos ("bom", "assim", "né"), etc. Disfarçar a gagueira torna-se, muitas vezes, o foco central da vida. Disfarçar a gagueira é um trabalho árduo e, mesmo com eterna vigilância, a pessoa não consegue fugir de suas dificuldades.
- A pessoa se sente culpada pela gagueira. A culpa faz com que a pessoa se sinta obrigada a compensar a gagueira, sendo muito eficiente em outra atividade. A compensação pode conduzir ao sucesso aparente, mas não ao ajustamento pessoal.
4) Resposta de congelamento (“freezing”)
É amplamente conhecido que certos sentimentos (como medo, ansiedade, insegurança, timidez, vergonha) podem piorar a manifestação da gagueira. A razão por que tais fatores emocionais pioram a gagueira é pelo disparo da resposta de congelamento. Por outro lado, outros sentimentos (como alegria, tranqüilidade, raiva) podem melhorar a gagueira, porque tendem a não disparar a resposta de congelamento.
A resposta de congelamento consiste em um estado de diminuição dos movimentos do corpo, incluindo redução dos batimentos cardíacos, dos movimentos voluntários e da vocalização. A resposta de congelamento é disparada quando a pessoa se vê em uma situação que considera amedrontadora e fica em dúvida sobre a melhor decisão a tomar (falar e correr o risco de gaguejar ou não falar e correr o risco de passar por desinteressado/desinformado?). Quando a pessoa tenta falar durante o congelamento, a gagueira claramente se intensifica. O tratamento auxilia a pessoa a sair do impasse, optando por “lutar” (falar) ou “fugir” (não falar, mas, neste caso, sem sentir culpa).
5) Exercícios
- Relaxamentos e alongamentos
Relaxamentos e alongamentos específicos para lábios, língua, pescoço e ombros podem auxiliar na percepção e na diminuição da tensão muscular, que freqüentemente está aumentada na pessoa que gagueja.
- Prática negativa
Consiste em falar palavras isoladas com graus diferentes de tensão muscular: muita tensão (simulando gagueira intensa), média tensão (simulando gagueira leve) e pouca tensão (falando fluentemente). Os objetivos da prática negativa são:
- Aprender a perceber as variações de tensão muscular que estão presentes na fala gaguejada;
- Reduzir o medo, porque a pessoa se aproxima voluntariamente da gagueira, o que contribui para diminuir a sensação de desamparo e aumentar a sensação de controle.
6) Técnicas ou estratégias de fala
- Diminuição da velocidade de fala
A pessoa que gagueja pode utilizar o aumento da velocidade de fala como uma estratégia para terminar logo de falar. Entretanto, o aumento da velocidade de fala faz com que a gagueira piore. Diversos estudos já comprovaram que a diminuição da velocidade de fala diminui a ocorrência da gagueira. Para aprender a falar mais devagar, a pessoa que gagueja precisa:
- Perceber as variações de velocidade em sua fala e na fala de outras pessoas;
- Treinar a diminuição da velocidade de fala na leitura e na fala espontânea. No início, a diminuição da velocidade de fala é voluntária, mas, com o treino, vai se tornando cada vez mais automática.
- Aumento no uso de pausas silenciosas
A utilização de um maior número de pausas na fala também é uma estratégia eficiente para diminuir a ocorrência da gagueira. Entretanto, se as pausas forem muito numerosas, muito freqüentes ou muito longas, a fala também vai soar pouco fluente. Por isso, o treino é organizado para que a pessoa que gagueja aprenda a utilizar mais pausas na fala, mas em quantidade, freqüência e duração adequadas.
- Suavização
A pessoa que gagueja, muitas vezes, utiliza um excesso de tensão muscular para articular os sons da fala. Quando isso ocorre, percebe-se que há excesso de esforço físico para falar, que se manifesta principalmente nos bloqueios, nas repetições e nos prolongamentos. A suavização consiste em aprender a articular os sons da fala com menor tensão muscular. Para aprender a suavização, a pessoa que gagueja precisa:
- Aprender a diferenciar os diversos níveis de tensão que podem ser utilizados na fala (por isso, faz-se a prática negativa antes da suavização);
- Treinar para automatizar o uso de uma menor tensão muscular durante a fala. No início, a diminuição da tensão muscular é voluntária, mas, com o treino, vai se tornando cada vez mais automática. O treino envolve a prática da suavização na leitura e na fala espontânea.
A suavização é especialmente indicada quando a pessoa relata dificuldades com sons e palavras específicos.
7) Gagueira ao falar dados pessoais (nome, endereço, telefone, RG, CPF)
Algumas pessoas se queixam de gaguejar justamente quando são solicitadas a fornecer seus dados pessoais. Os dados pessoais são informações que geralmente estão fortemente memorizadas e, portanto, espera-se que a pessoa saiba referi-los prontamente. A pessoa que gagueja que constantemente apresenta dificuldades para referir seus dados pessoais:
- Antecipa que irá gaguejar quando alguém perguntar seus dados, o que gera apreensão e, conseqüentemente, aumento da tensão muscular. A técnica de suavização é especialmente indicada.
- Geralmente se sente pressionada a fornecer tais informações de forma imediata e rápida, entrando na pressão de tempo. A diminuição da velocidade de fala e o aumento no uso de pausas são especialmente indicados.
Importante: Não existem fórmulas mágicas no tratamento da gagueira. A gagueira não pode ser eliminada de um dia para o outro.
O que não é tratamento para gagueira:
- Exercícios com língua de sogra, bexiga ou chupeta
- Mudar o tom de voz (falar mais grosso ou mais fino)
- Falar sob pressão
- Hipnose
"GAGUEIRA PSICOGÊNICA"
A “gagueira psicogênica” não é uma gagueira verdadeira, mas pode parecer bastante convincente se a pessoa conhecer alguém que realmente apresente gagueira (acesso a um modelo). Caso contrário, a “gagueira psicogênica” tende a se manifestar como repetições estereotipadas da sílaba inicial ou da sílaba tônica das palavras. A presença de movimentos compensatórios também depende de acesso a um modelo. A "gagueira psicogênica" inicia na vida adulta e de forma abrupta.
A pessoa com “gagueira psicogênica” geralmente não tem consciência de seu distúrbio de fluência. A fluência de uma pessoa com “gagueira psicogênica” tende a não apresentar melhora durante o canto, leitura em coro, imitação de personagens, mudança de tom de voz, etc.
Ao contrário do que diz a sabedoria popular, a “gagueira psicogênica” é extremamente rara.
Causa
Este tipo de “gagueira” é causada por um trauma psicológico forte (acidente, seqüestro, assalto, estupro, etc.), problemas insolúveis ou insuportáveis e/ou relações interpessoais difíceis. Nestes casos, o sintoma da gagueira é a expressão de um conflito ou de uma necessidade psicológica.
Tratamento
O tratamento da “gagueira psicogênica” é bastante diferente do tratamento da gagueira verdadeira. O profissional mais indicado nestes casos é o psiquiatra ou o psicanalista.
SERVIÇOS
Dias de atendimento clínico para os casos de gagueira:
- Quintas-feiras, das 9 às 22 horas
- Sábados, das 9 às 18 horas
Atendimentos clínicos (pacientes):
- Uma sessão por semana, com duração de 50 minutos. É o nosso programa padrão.
- Duas sessões por semana, com duração de 50 minutos. Indicado para pacientes que desejam obter resultados mais rapidamente.
- Uma sessão a cada duas semanas, com duração de 70 minutos. Indicado para pacientes que não residem na Grande São Paulo.
Supervisão clínica:
- Para fonoaudiólogos (presencial ou via Skype)
- Principais áreas de expertise:
- Fluência de pessoas sem distúrbios de comunicação;
- Diferenciação entre hesitação/disfluência comum e gagueira;
- Neurofisiopatologia da gagueira;
- Diagnóstico diferencial entre os tipos de gagueira (hereditária, lesional ou psicogênica), entre gagueira e taquifemia, entre gagueira e tiques vocais;
- Técnicas ou estratégias de fala facilitadoras da fluência;
- Resposta de congelamento (influência das emoções sobre a gagueira).
REPORTAGENS SOBRE GAGUEIRA
- Jornal da Tarde: entrevista com familiares de portadores de gagueira e com a nossa fonoaudióloga (07 de julho de 2006)
- Padre Marcelo Rossi: link desta página como sugestão de leitura (04 de agosto de 2006)
VISITE TAMBÉM
- Instituto Brasileiro de Fluência: www.gagueira.org.br
- Discutindo Gagueira: http://br.groups.yahoo.com/group/discutindo-gagueira
- Disfluência: www.disfluencia.integrafonoaudiologia.com
- Fazer Algo Para Melhorar: http://bomfalante.blogspot.com
- Gagueira Online: www.gagueiraonline.com.br
Texto escrito por:
Sandra Merlo, fonoaudióloga especializada em Distúrbios da Fluência.
Vivência pessoal com a gagueira.
Graduação em Fonoaudiologia pela USP.
Mestrado em Lingüística (Fonética/Fonologia) pela UNICAMP.
Membro da Comissão Organizadora Nacional do "Dia Internacional de Atenção à Gagueira".
Fundadora e diretora científica do "Instituto Brasileiro de Fluência".
Fundadora da "Associação Brasileira de Gagueira"; presidente de 2004-2006.
Publicação de artigos em periódicos nacionais e internacionais.
Palestrante nacional e internacional.
Participação em congressos, cursos, palestras e grupos de discussão.
* "If you stutter, you are not alone" é um slogan utilizado pela The National Stuttering Association e pela The Stuttering Foundation of America.
AVISO: O conteúdo aqui apresentado é dirigido ao público leigo. Diversos termos técnico-científicos foram substituídos por termos leigos para facilitar a leitura. Portanto, este texto não deve ser tomado como referência para pesquisas científicas.
